Semana passada na faculdade vimos o documentário Morrendo para contar a história.
Dan Eldon era fotojornalista e cobria sua primeira guerra, a da Somália, quando foi morto. Três anos depois, sua irmã caçula resolve saber sobre o que lhe aconteceu, entrevistar fotojornalistas e correspondentes de guerra famosos e talvez descobrir por quê alguém se arriscaria a morrer para contar uma história.
A Letícia que quis entrar na faculdade de Jornalismo morreria pra contar uma história, iria a um país em guerra para provar a si mesma que sua existência não se limitou a crescer, ganhar para sobreviver e no final procriar. Foi o que pensei durante a exibição do documentário.
Aí pensei: por que hoje eu não faria o mesmo? Uma parte em mim ainda queria se sentir assim, uma parte em mim ainda não tinha raízes definitivas aqui que me impedissem de "estar com uma passagem pro inferno e sorrindo".
A aula de Fotojornalismo acabou e a matéria seguinte nos levaria a um passeio na Band. Quase não fui. Como eu me arrependeria se não tivesse ido. Naquele dia me redescobri. Principalmente, redescobri o que eu tanto gostava no Jornalismo e que ainda era o que eu queria fazer da vida. Era exatamente como eu havia imaginado na adolescência.
Incrível como tanta coisa boa saiu da semana passada e me fez crescer, gostar mais de mim e do que posso vir a ser no futuro.
Semana passada na faculdade vimos o documentário Morrendo para contar a história.
Dan Eldon era fotojornalista e cobria sua primeira guerra, a da Somália, quando foi morto. Três anos depois, sua irmã caçula resolve saber sobre o que lhe aconteceu, entrevistar fotojornalistas e correspondentes de guerra famosos e talvez descobrir por quê alguém se arriscaria a morrer para contar uma história.
A Letícia que quis entrar na faculdade de Jornalismo morreria pra contar uma história, iria a um país em guerra para provar a si mesma que sua existência não se limitou a crescer, ganhar para sobreviver e no final procriar. Foi o que pensei durante a exibição do documentário.
Aí pensei: por que hoje eu não faria o mesmo? Uma parte em mim ainda queria se sentir assim, uma parte em mim ainda não tinha raízes definitivas aqui que me impedissem de "estar com uma passagem pro inferno e sorrindo".
A aula de Fotojornalismo acabou e a matéria seguinte nos levaria a um passeio na Band. Quase não fui. Como eu me arrependeria se não tivesse ido. Naquele dia me redescobri. Principalmente, redescobri o que eu tanto gostava no Jornalismo e que ainda era o que eu queria fazer da vida. Era exatamente como eu havia imaginado na adolescência.
Incrível como tanta coisa boa saiu da semana passada e me fez crescer, gostar mais de mim e do que posso vir a ser no futuro.
O PDT está no ar desde 10/08/2010. Não é por ser amante do tédio, mas hierarquicamente superior a ele, por reinar sobre ele. É para mostrar ao mundo a que ponto chegou o meu Big Bang.
Autora
Meu nome é Letícia, tenho 19 anos e sou estudante do quarto período de Jornalismo. Gosto de ler, escrever e de assistir filmes e seriados até tarde da noite. Amo gatos, a Clarice Lispector, o Jorge Amado e o Gabriel García Marquez. Acredito que tudo na vida passa e que só algumas coisas durem pra sempre, mas, acima de tudo, eu acredito no amor.